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uma certa tendência do cinema francês
françois truffaut

 

Pierre Blanchar and Michèle Morgan in "La symphonie pastorale", 1946
Pierre Blanchar and Michèle Morgan in “La symphonie pastorale”, 1946

Estas notas não possuem outro objeto se não a tentativa de definir uma certa tendência do Cinema Francês – uma tendência chamada de ‘realismo psicológico” – e esboçar os seus limites. Se o cinema francês existe por meio de cerca de cem filmes que são lançados por ano, é bom compreender que apenas dez ou doze desses são dignos da atenção de críticos e cinélifos, portando da “Cahieurs‘.

Esses dez ou doze filmes constituem o que foi belamente denominado de “Tradição da Qualidade”; eles forçam, através de suas ambições, a admiração da imprensa estrangeira, erguem a bandeira francesa duas vezes ao anos em Cannes e em Veneza onde, desde 1946, eles costumeiramente saem carregados de medalhas, leões de ouro e grandes prêmios.

Com o advento dos “talkies” – os primeiros filmes falados, o cinema francês se conformava como uma sincera farsa do cinema americano. Sob a influência de Scarface, nós fizemos o maravilhoso Pepe Le Moko. Então, o cenário francês se vê totalmente voltado a Prevert para demonstrar sua evolução: Quai Des Brumes (O porto das Sombras) continua sendo a obra-prima do realismo poético. 

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